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Imagem Érico Hiller

Biografia

Érico Hiller

Érico Hiller nasceu em Belo Horizonte (MG) e adotou a cidade de São Paulo como residência. Seu interesse pela arte e pela fotografia despertou desde muito cedo, mas foi durante a Faculdade de Comunicação Social (ESPM) que realmente houve uma conexão com a fotografia de maneira mais intensa. A vocação naturalmente se converteu em trajetória profissional. Desde então, Érico mantém um escritório de produção de projetos documentais. 

Expedições pelo mundo

Em 2008, realizou um longo ensaio fotográfico sobre as tensões sociais em grandes cidades da Argentina, Brasil, China, Índia, México e Rússia. Entre 2011 e 2012 esteve no Ártico, na Tanzânia, na Etiópia, nas Maldivas e na Mata Atlântica retratando regiões ameaçadas do planeta. Essas expedições pelo mundo resultaram na publicação de três livros: Emergentes (2008), Ameaçados (2012) e A Jornada do Rinoceronte (2016). Érico já exibiu suas fotos em exposições individuais a um grande público em locais como Museu do Amanhã, Museu da Casa Brasileira, Casa Bandeirista, Leica Gallery, Roca Gallery e Kobbi Gallery. No Brasil, suas fotos já foram veiculadas nas revistas National Geographic, Marie Claire e Rolling Stone, entre outras publicações. Atualmente Érico Hiller presta serviços para empresas, ONGs e ministra cursos e palestras. Em A Marcha do Sal (2018) Érico caminhou o trajeto que Mahatma Gandhi percorreu na Índia em 1930 de Ahmedabad até a praia de Dandi. Nos últimos anos, Hiller se dedicou a fotografar histórias de pessoas que vivem sem acesso seguro à água e ao saneamento básico para compor o livro Água (2020).

 

ÁGUA BRASIL 

Em março de 2025, lançou Água Brasil, aprofundando o olhar sobre a crise hídrica em território nacional, do sertão nordestino às periferias urbanas, das comunidades ribeirinhas da Amazônia às regiões de seca prolongada no Centro-Oeste. O livro revela as múltiplas faces da escassez e da contaminação da água no país que abriga a maior reserva de água doce do planeta, expondo o paradoxo brasileiro entre abundância e desigualdade no acesso a esse recurso vital.

A saga dos que resistem

Dando continuidade a essa investigação sobre a crise hídrica mundial, em 2025 Érico foi laureado com o Prêmio Fundação Conrado Wessel, um dos mais importantes reconhecimentos da cultura brasileira, pela relevância e impacto de seu trabalho documental. No mesmo ano, inaugura a exposição ÁGUA no Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), em cartaz de novembro de 2025 a março de 2026. A mostra apresenta uma década de documentação fotográfica sobre o acesso à água ao redor do planeta, percorrendo países como Etiópia, Índia, Palestina, Jordânia, Bolívia e o Brasil profundo, revelando as histórias de populações que enfrentam diariamente a escassez, a contaminação e a luta pela sobrevivência.

Um fotógrafo andarilho

Saiba mais sobre o trabalho de Érico Hiller navegando por seus ensaios fotográficos. 

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